terça-feira, 1 de junho de 2010

Pré-candidatos ao Governo do Estado, Melki Donadon e Sandro Moret prioriza tributação do ICMS da produção das Usinas em Rondônia

Melki Donadon (PHS) e Sandro Moret (PMN)


Em visita ao jornal O OBSERVADOR, os representantes da parceria PHS e PMN, Melki Donadon (pré-candidato ao Governo), Sandro Moret (pré-candidato à vice), expuseram suas perspectivas em relação ás eleições que serão realizadas no próximo dia 03 de outubro.

Faltando ainda 4 (quatro) meses para as o pleito, o PHS (Partido Humanista da Solidariedade), que tem o nome de Melki Donadon (prefeito de Vilhena por três mandatos) a disposição como pré-candidato ao Governo do Estado já tem um parceiro garantido, o PMN (Partido da Mobilização Nacional), cujo a participação já é endossada pela pré-candidatura à vice de Sandro Moret.

Melki diz que seu nome está sendo bem recepcionado em diversas áreas de Rondônia, e que para o PHS apenas faltam algumas pequenas definições em relação a parcerias que cogitam ainda, o PRB e o PC do B.

A nominata que será lançada oficialmente a partir da convenção dos partidos deverá conter na parceria entre PHS e PMN cerca de 45 nomes candidatos a deputado estadual, e 18 a deputado federal.

Donadon ressalta que os maiores clamores da capital rondoniense ainda são: a manutenção do sistema de saúde – que está precário –, melhoria urgente na infra-estrutura da cidade, e a segurança pública.

No interior do Estado, o PHS reforça a idéia de ajuda aos pequenos produtores e agricultores de modo geral, que querem uma definição da parte ambiental, um planejamento que defina de uma vez por toda, o que é abrangência do Estado e o que é da União|.

“ – Dentro do plano de Governo, constará claramente essas definições.” – explica o pré-candidato.

Melki vai além ao falar do crédito que as pessoas dão ao seu trabalho:

“ – As pessoas que nos conhecem sabem do nosso potencial, sabem que somos capazes de mudar o Estado, e principalmente, de alavancar a economia. Entendemos que temos que ampliar esse conhecimento em relação a capacidade que temos de ascender economicamente. Rondônia é um ‘Paraná e meio’ só falta a produção e a geração de receita”. – assevera.

ICMS tributado em Rondônia

“ – Outro ponto importante que o Estado tem que rever, é a situação do ICMS na fonte. Rondônia está dando ao Brasil a construção de Jirau e Santo Antônio, ou seja, está energizando o país. A partir do término da construção, o Estado não vai ganhar mais nada. ICMS não será tributado aqui. Estado perderá 50 milhões por mês.” – explica.

“ - Tenho um caminho e vou resolver essa situação. “ – finaliza.

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